Um repositório Python/AI limpo com .gitignore
Um projeto de IA enche sua pasta com um monte de ficheiros — mas nem todos precisam ser salvos no Git. Tem uma venv pesando centenas de megabytes, datasets pesados em uma pasta data/, pesos de modelo (.ckpt, .pt), e um ficheiro .env com senhas e chaves. Tudo isso o computador consegue recriar, ou si
.gitignore é a lista de 'não olhe para estes' do Git. Coisas que se regeneram sozinhas (venv, cache) ou que não deveriam ser públicas (senhas, datasets enormes) — você simplesmente diz ao Git para ignorá-las.
- .gitignore
- Um ficheiro de texto simples no repositório que lista nomes e padrões de ficheiros e pastas que o Git deve ignorar e não rastrear.
- Rastreado vs. ignorado
- .gitignore afeta só ficheiros ainda não rastreados. Um ficheiro que já está rastreado continua sendo rastreado mesmo se você o adicionar ao .gitignore.
- git rm --cached
- Um comando que para de rastrear um ficheiro mas o mantém no disco — o jeito de limpar um ficheiro que entrou no repositório por engano.
- Segredos (secrets)
- Chaves de API, senhas e tokens, geralmente em um ficheiro .env. É muito melhor não guardá-los no Git — eles vazam com facilidade.
- Regenerável
- Um ficheiro que o computador produz de novo sozinho a partir do código ou das configurações, como venv ou __pycache__. Não faz sentido salvá-lo no Git.