Orquestrando o trabalho: Workflows
Até agora vimos um único agente com um prompt bem escrito, e subagents que dividem uma investigação independente entre processos paralelos. Mas para trabalhos grandes ou de múltiplas perspectivas — como revisar um pull request inteiro e garantir que cada achado seja real, não um palpite — um único a
Como uma linha de montagem de fábrica com uma estação de controle de qualidade separada no final: cada peça passa pelas mesmas estações fixas na mesma ordem, e só uma peça que sobrevive a uma segunda verificação de um inspetor diferente segue para a embalagem.
- workflow
- Um roteiro fixo de fases que vários agentes percorrem na mesma ordem em cada execução — diferente de um prompt pontual, a própria estrutura é a constante, não a redação.
- phase gate
- Um ponto de verificação em que o workflow não avança para a próxima fase até que todas as tarefas da fase atual tenham reportado — assim o orchestrator sempre trabalha com um panorama completo, nunca parcial.
- adversarial verification
- Uma fase separada em que um agente diferente — um que não escreveu o achado — tenta ativamente refutá-lo em relação ao código real antes que ele entre no relatório, porque o agente que encontrou um problema tende a confiar em si mesmo.
- suficiência de agente único
- O estado em que uma tarefa é bem delimitada e fácil de autoverificar, de modo que um único agente bem instruído a resolve tão rápido e com a mesma confiabilidade que um workflow de várias fases — construir um workflow para isso é esforço desperdiçado.